Pernilongo-de-costas-brancasquarta-feira, 27 de abril de 2011
pernilongo-de-costas-brancas
Pernilongo-de-costas-brancasdomingo, 24 de abril de 2011
maçarico-solitário
Maçarico-solitárioterça-feira, 19 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Concurso "Voa que te quero livre"
Conheça os vencedores do Concurso "Voa que te quero livre"
Agradecemos imensamente ao COA Sul Fluminense pelo patrocínio, idéia e apoio a esse concurso fotográfico inovador, que teve como objetivos principais:
Aumentar a visibilidade das questões de preservação ambiental, visto que as aves representam um forte símbolo da riqueza do meio ambiente;
Incentivar a prática de observação e fotografia de aves, tanto pela mecânica de um concurso, quanto pelo fato dos prêmios principais serem equipamentos que possibilitam aos usuários de câmeras compactas obter resultados melhores através desta atividade tão prazerosa;
Reforçar a imagem da Reserva Guainumbi, como local onde se promove a preservação ambiental, usando como alternativa principal de sustentabilidade a observação e fotografia de aves.
Agradecemos, também, a Comissão Organizadora formada por Claudia Komesu, Demis Bucci, Emerson Kaseker, João Quental, Luiz Ribenboim, Marco Crozariol e Paulo Guerra, pelo total apoio voluntário ao projeto, desde a criação das regras do concurso, organização do acervo, atendimento aos participantes e extrema imparcialidade na avaliação das fotos. Sem essas pessoas maravilhosas, esse concurso não seria possível.
A avaliação das fotos levou em conta o “conjunto da obra”. Ao contrário da maioria dos concursos fotográficos, para este concurso foi necessário que o participante tivesse, de acordo com a categoria, um número mínimo de espécies registradas no WikiAves e as três fotos enviadas para cada candidato foram avaliadas, observando-se a Qualidade, Originalidade e Dificuldade. Sobre cada uma das três fotos selecionadas pelo participante para avaliação, foram atribuídos de 1 a 5 pontos por qualidade, originalidade e dificuldade, conforme avaliação da Comissão Julgadora. Os pontos atribuídos pelos jurados às três imagens selecionadas e enviadas foram somados, perfazendo o total de pontos de cada participante.
Parabéns aos vencedores do concurso e, principalmente, a todos que participaram de uma maneira ou de outra, do VOA QUE TE QUERO LIVRE 2010!
João Marcelo da Costa
Composto por: um final de semana, sendo duas noites, para duas pessoas, no pacote “Só Sossego” (pensão completa); um dia de acompanhamento do guia ornitológico Rafael Fortes e um dia com o guia mateiro Josiel Briet, duas camisetas e dois bonés da Guainumbi.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Sapphire-spangled Emerald
Beija-flor-de-peito-azulsegunda-feira, 4 de abril de 2011
domingo, 3 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quinta-feira, 24 de março de 2011
Mínimo de cobertura florestal pode manter espécies nativas
Da Agência USP
Fabiana mostra a importância de os estudiosos também considerarem os ambientes alterados na análise de espécies nativas. “Mesmo nessas regiões se encontram espécies florestais (ou nativas) se nelas houver resquícios de floresta”, observa a professora.
Ela destaca que as espécies nativas dependem da floresta no entorno de fazendas e em outros ambientes alterados para sobreviver. Além disso, a floresta facilita sua colonização na região.
Isso se aplica até para formas de agricultura diferenciada: “Mesmo que uma área tenha agricultura orgânica, se não tiver cobertura florestal na região, dificilmente haverá espécies nativas. Assim, seria melhor combinar estes dois fatores”, comenta Fabiana. Agricultura orgânica é o termo usado para a produção de alimentos e outros produtos vegetais que não fazem uso de produtos químicos sintéticos, como fertilizantes e pesticidas.
Distribuição das espécies
As regiões foram estrategicamente escolhidas, de acordo com a cobertura florestal de cada uma. Enquanto a primeira (Tapiraí e Piedade) tem 49% de cobertura florestal, a segunda (Ribeirão Grande e Capão Bonito) tem somente 11%.
Essa diferença foi essencial para o estudo distinguir a distribuição de um dos três grupos selecionados. Estes foram divididos previamente entre os mamíferos “restritos aos biomas florestais”, os “generalistas” e os “invasores”. O primeiro grupo representa as espécies nativas somente da Mata Atlântica; o segundo contém as espécies que ocupam tanto a Mata Atlântica quanto outros biomas; já os “invasores” são espécies originais de outros biomas com vegetação mais aberta, como o Cerrado ou os Pampas. Este grupo inclui também animais como camundongos e ratos-de-esgoto.
O primeiro grupo foi beneficiado na região com maior quantidade de floresta, onde a professora encontrou maior número de animais e de variedade de espécies do grupo. Os cultivos agrícolas estudados foram dominados por mamíferos generalistas e invasores, que são mais abundantes em ambientes alterados.
Apesar do domínio nos ambientes alterados, o grupo dos generalistas não foi beneficiado com o aumento de áreas abertas. “As espécies generalistas acabam se beneficiando, na verdade, das áreas de transição entre florestas e ambiente alterado. Talvez elas encontrem mais recursos nesses locais, mas ainda não há uma explicação precisa”, diz Fabiana.
O grupo dos invasores, por sua vez, teve maior variedade de espécies e maior quantidade de uma espécie nos locais circundados por mais áreas abertas, na análise em escala mais local. A pesquisadora acredita que essas espécies, em relação às outras, se adaptam ainda melhor aos ambientes abertos, como, por exemplo, resistindo mais a lugares ensolarados.
Um detalhe importante que a pesquisadora destaca é o efeito que regiões com maior cobertura florestal têm ao atrair mais espécies que são restritas a biomas florestais. “Interessante observar que dentro das espécies invasoras, algumas podem ser transmissoras de doenças. Como o número delas era maior com o incremento na quantidade de áreas abertas na escala local, provavelmente as áreas com menor cobertura florestal aumentam as chances de transmissão dessas doenças”.
domingo, 20 de março de 2011
White-eyed Parakeet
Periquitão-maracanã ou maritacapica-pau-anão-escamado
Pica-pau-anão-escamadoquinta-feira, 17 de março de 2011
Lançamento: Aves do Brasil - Pantanal & Cerrado
Com 1.832 espécies catalogadas, o Brasil é um dos três países com maior número de espécies de aves do mundo. O turismo de observação de aves tem mostrado um grande potencial para a economia local em diversas regiões do país, e contribui também para a conservação do meio ambiente. Como forma de estimular as pessoas a observar e proteger a exuberante fauna de aves do Brasil, a Wildlife Conservation Society (WCS) e a Editora Horizonte lançam o Guia Aves do Brasil: Pantanal & Cerrado, em eventos em São Paulo, Miranda (MS) e Brasília.

O Guia Aves do Brasil: Pantanal & Cerrado é o primeiro de uma série que abordará as aves de todos os biomas brasileiros, permitindo sua identificação. Com linguagem simples e bem ilustrado, o livro tem o objetivo de popularizar a observação de aves no Brasil e estimular a conservação do meio ambiente. O primeiro volume da série apresenta 740 espécies de aves do Pantanal e do Cerrado. A maioria das descrições é acompanhada de ilustrações precisas feitas por renomados artistas especializados em aves, como Guy Tudor, o maior ilustrador de aves sul-americanas.
A ornitóloga Martha Argel, que escreveu o livro com outros três autores, explica que o guia é muito mais que uma ferramenta de observação de aves, pois constitui um instrumento educativo e científico de proteção ao meio ambiente e de incentivo ao turismo sustentável. "Esse material foi pensado, desde o início, para estimular as pessoas a contribuir com um ambiente mais saudável e uma economia mais justa, a partir de um maior conhecimento sobre o patrimônio natural do Brasil".
Além das informações detalhadas sobre as espécies de aves e seus hábitats, o guia conta com inúmeras fotos de ambientes do Cerrado e do Pantanal e, ajuda a compreender como determinadas espécies de aves estão associadas a certos ambientes e como dependem deles para sobreviver.
O preço sugerido do Guia é de R$ 44,00. Este valor só foi possível graças aos fundos recebidos pela WCS de diversos doadores, entre os quais o Banco Mundial, várias fundações e pessoas físicas.
A autoria do guia é de John A. Gwynne, diretor de Criação e Vice-Presidente Emérito de Design da Wildlife Conservation Society, sediada em Nova York; Robert S. Ridgely, um dos maiores especialistas mundiais em aves da América do Sul e membro atuante da organização World Land Trust; Guy Tudor, ilustrador de aves neotropicais; e a brasileira Martha Argel, ornitóloga, escritora e autora de diversos livros de divulgação científica. Dezenas de ornitólogos e pesquisadores brasileiros colaboraram com os autores ao longo dos cinco anos de preparação das 322 páginas do livro e mais de 1000 ilustrações.
A edição em inglês do livro, WCS' Birds of Brazil: The Pantanal and Cerrado of Central Brazil (A Field Guide), acaba de ser lançada em Nova York. Direcionada aos birdwatchers estrangeiros, tem o objetivo de incentivar o interesse internacional pelas aves brasileiras.
As duas versões estão a venda pelo site www.edhorizonte.com.br.
Ficha técnica:
Guia de Campo: Aves do Brasil – Pantanal &Cerrado
Diretor do Projeto na WCS: John A. Gwynne
Autor Sênior: Robert S. Ridgely
Diretor de Arte: Guy Tudor
Coordenadora do Projeto na WCS e Tradução: Martha Argel
Mapeamento das Espécies: Robert S. Ridgely, Maria Allen e Terry Clarke
Diagramação e Produção: Terry Clarke
Editora: Horizonte
Nº de páginas: 322
Nº de ilustrações: 1020
Preço sugerido (versão em português): R$ 44
Preço sugerido (versão em inglês): R$ 79
Mais informações: www.horizontegeografico.com.br
Contato: (11) 3022-5599
sábado, 12 de março de 2011
Common Tody-Flycatcher
Ferreirinho-relógioquinta-feira, 10 de março de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
Ibama SP propõe novos paradigmas para exibição de animais na TV
São Paulo (03/04/2009) – Analistas ambientais do Ibama apresentaram ontem (02), durante workshop para jornalistas e produtores de TV da capital paulista, 16 propostas (veja abaixo) que deverão nortear a exibição de animais em programas televisivos, reportagens e na publicidade em geral. Batizadas de “novos paradigmas” essas orientações incluem preceitos legais e recomendações para que as produções não estimulem o consumo de animais silvestres. A adoção desses paradigmas ajudará a conscientizar a sociedade, além de evitar multas às emissoras de TV, que podem chegar a R$ 500 mil.
Participaram do evento profissionais de comunicação das TVs Globo, Record e Cultura, além de agências noticiosas, revistas de meio ambiente e editoras. Houve entendimento de que a mola mestra do tráfico de animais é o consumo efetuado pelo cidadão comum que, por sua vez, sofre forte influência dos meios de comunicação. No Estado de SP, cerca de 40 mil animais silvestres ilegais são apreendidos todos os anos.
Para a superintendente do Ibama SP, Analice de Novais Pereira, o evento representa um marco nas relações entre Ibama e a mídia. “Pela primeira vez apresentamos claramente aos profissionais da mídia que existem limites para a exibição de fauna silvestre. Ultrapassá-los é dar munição aos traficantes de animais, que se aproveitam do desejo das pessoas em ter um animal de estimação diferente”.
Segundo a superintendente o próximo passo é convocar dirigentes das emissoras de TV para que adotem os novos paradigmas em suas empresas. “Percebemos que os jornalistas apóiam as novas idéias, mas é preciso que elas façam parte da política das emissoras”.
O workshop fez parte das atividades em comemoração aos 20 anos do Ibama. Uma apresentação semelhante foi oferecida também aos servidores da superintendência de SP, no dia 1º de abril. O workshop foi idealizado e executado por servidores da Divisão de Fauna, da Fiscalização, do NEA e da Ascom.
Conheça os novos paradigmas para a exibição de animais silvestres:
1) Não exibir animal silvestre sem origem legal.
2) Cuidado ao exibir animais silvestres com origem legal: isso também pode estar estimulando o consumo dos animais sem origem.
3) Não estimular o consumo ou recomendar o animal silvestre como pet.
4) Não exaltar características do animal silvestre como afetividade com humanos, doçura, inteligência para aprendizado, etc.
5) Não perseguir ou apanhar animais silvestres, mesmo que para soltura imediata.
6) Não demonstrar ou descrever técnicas de captura do animal silvestre.
7) Não divulgar o valor do animal no comércio ilegal ou mesmo legal.
8 ) Em dramaturgia (novela, cinema, teatro) evitar exibir animais silvestres em cativeiro, ainda que tenham origem legal.
9) Se for utilizar animais silvestres oriundos de criadouros, checar antes com o Ibama a situação desse criadouro junto ao órgão.
10) Não produzir provas, desafios, concursos com animais silvestres e muito menos premiar os proprietários desses animais.
11) Em reportagens sobre o tráfico, ao exibir os métodos cruéis, esclarecer ao espectador que não se deve comprar o animal silvestre para cessar aquela situação, pois isso só aumenta a captura.
12) Não humanizar animais silvestres, por mais agradável ou engraçado que possa parecer (colocar roupinhas, fazê-los executar jogos, operar brinquedos, etc.).
13) Desmistificar sempre as crendices associadas aos animais, como: sorte, azar, atrai amor, cura doenças, etc.
14) Lembrar que animais ideais para viver ao lado dos humanos são os animais domésticos.
15) Estimular e agregar valores à observação de animais em vida livre.
16) Preocupar-se com a produção de sentido. Perguntar sempre: que efeito essa apresentação vai gerar na cabeça do espectador?
Airton De Grande
Ascom/Ibama/SP
Disponível em http://www.ibama.gov.br/archives/4501
domingo, 6 de março de 2011
Reserva Guainumbi - IX Overdose Ornitológica

| IX Overdose Ornitológica da Reserva Guainumbi 18 a 20/03/2011 | para todos |
Não percam esta oportunidade, está acabando...
sábado, 5 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
suiriri-cavaleiro
Suiriri-cavaleirobeija-flor-dourado
Beija-flor-douradodomingo, 27 de fevereiro de 2011
garça-branca-pequena
Garça-branca-pequenabalança-rabo-de-máscara
Balança-rabo-de-máscarasábado, 26 de fevereiro de 2011
A Passarinhóloga: Pra começar...
maria-faceira
Maria-faceiraquarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Olha o passarinho!
O topetinho-vermelho ('Lophornis magnificus') é um dos menores beija-flores do No tempo da internet, em que toda iniciativa digital é vista com os olhos gordos do dinheiro, chega com estranheza a explicação de Reinaldo Guedes sobre a situação financeira do seu projeto, o WikiAves. "Gerar capital é uma pendência. Preciso antes decidir o que o portal é, se é empresa, se é ONG etc.", diz o analista de sistemas.
Explica-se a estranheza: o WikiAves, como o nome sugere, é um portal aos moldes colaborativos da Wikipedia. Ou seja, qualquer pessoa cadastrada na página pode enviar conteúdo. O site de aves se autointitula "a enciclopédia das aves no Brasil".
E não faz isso por presunção, já que, apenas no 'esquema colaborativo' e em dois anos de existência, o WikiAves conseguiu mapear mais de 90% das espécies de aves de que se tem notícia no Brasil. Em números mais concretos: das 1.825 aves já descritas que vivem no país, 1.685 estão, de alguma forma, na página.
Em dezembro do ano passado, o WikiAves completou dois anos. O negócio deu certo num misto de 'por acaso' com boa divulgação, como acontece na maioria das vezes com páginas de internet inovadoras.
"Eu nunca trabalhei com aves. Tirar fotos era só um hobby. Eu comecei uma disputa amigável com um colega que também gostava de tirar fotos. Quem conseguiria as melhores imagens? Nessa de ficar tirando foto de pássaros e pesquisar sobre eles, percebi que não havia sites no Brasil que misturassem textos, imagens e sons de aves, nem a Wikipedia", conta Guedes. "Resolvi criar um e divulgá-lo nas comunidades de observadores [de aves]".
Sim, assim como a Wikipedia tem os 'wikipedistas' – nome da turma que edita a página –, o WikiAves tem os "observadores". São milhares. Mais de 6 mil cadastrados no portal, que conta com 3.200 acessos únicos diários. Além de enviar fotos, informações e sons de aves, alguns usuários contribuem, assim como acontece na Wikipedia, com doações espontâneas para que o espaço continue funcionando. Nada, no entanto, que dê algum dinheiro para Guedes.
"Às vezes, eu perco dinheiro", ri. "Sei que temos potencial financeiro, sobretudo com leis de incentivo. Estou molengando com isso, mas acabo achando bacana que seja umsite colaborativo sem fins comerciais".
Por ser sem fins lucrativos, o WikiAves tem parte do seu conteúdo licenciado emCreative Commons. Qualquer pessoa pode se valer dos sons e textos do portal, contanto que não use o conteúdo para ganhar dinheiro. "É uma pena, mas preferi deixar as fotos sob outra licença, e as pessoas só podem usá-las com o consentimento do autor. A turma é muito vaidosa com as fotos, não quero criar problema", fala o tranquilo mineiro de 31 anos.
Administração da comunidade
A comunidade está entre as três maiores do gênero no mundo, segundo os dados daFat Birds Top, associação que avalia os sites sobre aves ao redor do planeta. Mas nem tudo dentro do WikiAves acontece num céu de brigadeiro. Há necessidade de regras. E elas devem ser cumpridas, do contrário, perde-se o controle: "Não pode colocar foto de ave presa, de ave domesticada, fora de seu hábitat...", enumera Guedes.
Conclusão: a página tem moderação e, claro, moderadores. São 12, todos voluntários e escolhidos a dedo por Guedes. Um grupo que varia de analistas de sistema a biólogos e que tem a total confiança do criador do portal. "Sem os moderadores, seria impossível que as coisas dessem certo. Ouço-os muito e aprendo muito com eles também", diz Guedes, que admite: antes de criar o WikiAves, pouco sabia sobre pássaros.
"Era um leigo, não tinha qualquer ideia da quantidade de aves que existiam no país. Tive de comprar um livro".
Raridades
Hoje, a história é outra. Guedes conta que, informalmente, autores de livros o procuram para dizer que determinadas informações foram atualizadas e corrigidas graças ao trabalho do WikiAves.
Não por menos: um observador do portal foi o primeiro a registrar o anambé-de-whitely(Pipreola whitelyi), espécie até então não fotografada no país. O autor do clique, Osmar Borges, ficou conhecido dentro da comunidade. Depois, o flagrante foi invalidado pelos pesquisadores que auxiliam o portal, pois o pássaro estava fora das fronteiras do Brasil. Mesmo assim, o feito foi celebrado pelos observadores. Não"É mais uma brincadeira dentro do site. Os colaboradores com mais experiência não gostam, porque são aqueles caras que observavam pássaros com binóculos, são as pessoas que consideram a observação um ato em si. Os mais novos curtem este joguinho de tirar a foto que ninguém ainda tirou", explica Guedes.
A saudável competição não tira um certo sentido de 'união de comuns' estabelecido pela comunidade de aves. Biólogos, fotógrafos profissionais e curiosos se juntam para encher de pontos de observação o mapa do Brasil, figura em destaque na página.
O WikiAves organizou uma exposição de fotos na Semana Nacional de Ciência e Tecnologia no ano passado. Empolgado com a primeira parceria oficial com o governo, Guedes pensa em uma maneira de aumentar e melhorar o seu projeto.
Ele conta já ter recebido convites para ampliar a margem de observação das aves para o Uruguai. Ciente de que a expansão aumentaria ainda mais a visibilidade do seu observatório virtual de pássaros, diz que ainda está pensando na ideia. Enquanto isso, vai protelando, também, a formalização do portal. ONG ou empresa? Ainda não sabe. Vai ver, o negócio mesmo é observar, fotografar e compartilhar. cabe a ilusão, como em toda rede de colaboração, há disputa em jogo.
Thiago Camelo
Ciência Hoje On-line
Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2011/02/olha-o-passarinho/view
sábado, 19 de fevereiro de 2011
sábado, 12 de fevereiro de 2011
periquito-de-encontro-amarelo
Periquito-de-encontro-amarelosegunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
mocho-dos-banhados
Mocho-dos-banhados - fêmea




















