sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Exposição " Passarinho na gaiola não canta, lamenta ! " (abertura 6/12)


Dezembro é mês de ilustrações na Matilha Cultural

8ª edição do IlustraBrasil! e mostra paralela “Passarinho na gaiola não canta, lamenta” são os destaques da galeria a partir do dia 6 de dezembro

São Paulo, dezembro de 2011 – A Matilha Cultural será invadida por ilustrações entre os dias 06 de dezembro e 12 de fevereiro. Em parceria com a SIB – Sociedade dos Ilustradores do Brasil, a galeria realiza a 8ª edição do IlustraBrasil! e a exposição “Passarinho na gaiola não canta, lamenta”, com o apoio da Agência de Notícia de Direitos Animais – ANDA.
A 8ª edição do evento IlustraBrasil!, considerado o principal espaço para a discussão sobre o desenho publicado no país, irá reunir 126 trabalhos de diferentes ilustradores, além de palestras e oficinas gratuitas com artistas como João Spacca, Gonzalo Cárcamo, João Montanaro, Rogério Soud entre outros. O tema das ilustrações para a oitava edição do evento é livre e as obras ficarão expostas na galeria da Matilha Cultural localizada no primeiro andar.
O IlustraBrasil! criado pela SIB, promove a integração entre os ilustradores e visa resgatar os valores e a história de uma importante profissão para a cultura e o imaginário gráfico do país. O IlustraBrasil! já é referência de excelência para profissionais do desenho e estudantes, e vem proporcionando ao grande público a oportunidade de conhecer, em um espaço expositivo, a diversidade de um tipo de arte que vai ao encontro da agilidade da reprodução gráfica e da comunicação de massa.
Já a mostra paralela “Passarinho na gaiola não canta, lamenta” será instalada na Arena da Matilha Cultural e reunirá obras de 64 artistas. Conduzida pela Agência de Notícias de Direitos Animais – ANDA, a proposta da exposição é despertar, através da arte, a consciência para o combate do confinamento e comércio de pássaros, além de educar pessoas em relação ao hábito de aprisionar aves em gaiolas.
O projeto foi idealizado pela ANDA em parceria com a ativista ambiental e ilustradora associada da SIB, Lucia Brandão, e contou com a adesão entusiasmada de artistas brasileiros, portugueses, italianos e holandeses. A ação conta ainda com a parceria da AVISTAR – ONG voltada para a observação de aves e educação ambiental, que oferecerá palestras e oficinas de artistas como Guto Carvalho e Rodrigo Leão, sobre temas relativos à exposição.

Confira abaixo o 
serviço completo das exposições, horários e datas, das palestras e oficinas. As exposições, palestras e oficinas são gratuitas.
ANDA - www.anda.jor.br
O objetivo da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais – é informar para transformar. A ANDA difunde na mídia os valores de uma nova cultura, mais ética, mais justa e preocupada com a defesa e a garantia dos direitos animais. É o primeiro portal jornalístico do mundo que combate a violência social e a destruição do meio ambiente a partir da defesa dos direitos dos animais. A proposta da ANDA é servir também de referência a toda sociedade, respondendo aos questionamentos e incentivando novas atitudes, sempre sob o foco dos direitos animais.


SIB – Sociedade dos Ilustradores do BrasilÉ uma associação sem fins lucrativos que reúne profissionais da ilustração de todo o Brasil. Fundada em 2001, estimula a união entre os ilustradores, a disseminação de idéias, a valorização da ilustração, o compromisso ético nas negociações, promove o intercâmbio de idéias, propostas, oportunidades e pontos de vista, tanto relativos a assuntos técnicos, filosóficos e artísticos quanto aos aspectos burocráticos e contratuais.


Matilha Cultural A Matilha Cultural é uma entidade independente e sem fins lucrativos, instalada em um edifício de três andares, localizado no centro de São Paulo. A Matilha integra um espaço expositivo, sala multiuso e café, além de um cinema com 68 lugares. Fruto do ideal de um coletivo formado por profissionais de diferentes áreas, a Matilha foi aberta em maio de 2009 e tem como principais objetivos apoiar e divulgar produções culturais e iniciativas sócio-ambientais do Brasil e do mundo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Sobre bioacústica, com a participação de Jacques Vielliard

Bioacústica, um dos temas mais fascinantes dentro do estudo da natureza. Nesta postagem, disponibilizamos um programa de rádio sobre o tema, em que temos a participação dos pesquisadores Guillermo Riveros (Chile), Célio Haddad e do saudoso Jacques Vielliard. Vale a pena conferir: http://carcaraintrigado.blogspot.com/2011/11/entrevista-com-jacques-vielliard.html Fonte:Carcará Intrigado acesso em 25 nov. 2011

terça-feira, 22 de novembro de 2011

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Diversidade de aves brasileiras impulsiona o turismo de 'birdwatching' no país

Diversidade de aves brasileiras impulsiona o turismo de 'birdwatching' no país


MARCEL VINCENTI 
Colaboração para o UOL, de São Bento do Sapucaí *

O Brasil é, segundo levantamento de 2010 do Centro Brasileiro de Estudos Ornitológicos, o país que abriga a segunda maior quantidade de aves catalogadas no mundo. São 1.832 espécies encontradas nos mais diferentes biomas e paisagens. E observá-las tem sido, cada vez mais, um grande atrativo para turistas do mundo inteiro.
'Birdwatching' é o termo utilizado para designar a prática de observação de aves em seu habitat natural. No Brasil, tal atividade tem ganhado cada vez mais adeptos, que viajam exclusivamente para ver de perto - e retratar - espécies exóticas de pássaros e aves de rapina.
“Nosso país, em função de suas características ambientais, oferece oportunidades perfeitas para a observação de aves”, explica a ornitóloga Adriana Prestes, que trabalha em um projeto de ‘birdwatching’ na Serra da Mantiqueira, interior de São Paulo. “Se realizado corretamente, trata-se um turismo de baixo impacto no meio ambiente e que desperta consciência ecológica nas pessoas”.

Não se sabe quantos praticantes de ‘birdwatching’ existem no Brasil, mas são muitos os estrangeiros que vêm ao país para ter experiências ecológicas. De acordo com pesquisa do Ministério do Turismo, 27% dos cinco milhões de estrangeiros que visitaram o Brasil em 2010 tinham como objetivo praticar atividades relacionadas à observação da natureza.
O Wikiaves, hoje um dos principais sites dedicados à observação de aves na América do Sul, por sua vez, congrega um número significativo de perfis de aficionados brasileiros: cerca de 8.300 pessoas.
Morador de Paulínia (SP), o analista de sistemas Jefferson Rodrigues é um deles. Munido com uma câmera equipada com uma potente teleobjetiva, ele percorre o Brasil em busca de contato mais próximo com os pássaros. “É uma ótima forma de fazer turismo, pois sempre acabo indo a lugares bonitos e volto para casa com lindas fotografias”, conta ele.
Destinos ideais
Com o objetivo de fazer 'birdwatching', Jefferson já esteve na Chapada dos Veadeiros (GO), em Ubatuba (SP) e até em Cubatão (SP), onde conseguiu captar imagens do guará (uma belíssima ave de coloração vermelha).
O Brasil, como é de se esperar, oferece abundância de lugares onde o turista pode observar aves. A região de Campos do Jordão, no interior paulista, é uma delas, e ganhou no último dia 22 de outubro um programa de visitas guiadas por seus bosques.
A atividade é realizada pelo Ecoparque Pesca na Montanha, que ocupa uma área verde de 500 mil m² no município de São Bento de Sapucaí (localizado a cerca de 200 km da capital paulista) e abriga pelo menos 60 espécies de aves - como gaviões, pica-paus, surucuás, saíras e pintassilgos.
Acompanhados de um biólogo, os ‘birdwatchers’ entram nas trilhas do parque carregando roupas camufladas, teleobjetivas, binóculos, amplificadores de som e muita paciência. Alguns têm os ouvidos treinados e reconhecem cada canto que chega através dos pinheiros e araucárias. Com os amplificadores ligados a iPods que contêm arquivos com centenas de gorjeios, eles reproduzem o canto para fazer o pássaro se aproximar.
Câmeras em punho, esperam apreensivos - às vezes por quase meia hora - até que as aves pousem em galhos próximos e sejam prontamente fotografadas. Uma boa imagem vale um grito de alegria, como se o felizardo tivesse vencido na loteria.
“Esta é uma área de soltura e monitoramento de vida silvestre”, diz a ornitóloga Adriana Prestes. “Muitos das aves encontradas aqui foram trazidas pelo Ibama, após serem apreendidas em rotas de tráfico de animais ou serem encontradas em estado de debilidade física. Agora, recuperadas e livres novamente, elas provam que observação e conservação podem andar lado a lado”.
Ao final de um passeio de 90 minutos, os ‘birdwatchers’ conseguem fazer pelo menos duas dezenas de ótimas fotos e gravar o som de cerca de dez aves. “É uma experiência ótima, pois ensina as pessoas a apreciar as aves livres, e não dentro de gaiolas”, diz Rafael Fortes, outro fanático por ornitologia. “Espero que essa moda pegue”, conclui.
Lugares para realizar ‘birdwatching’ no Brasil
A melhor época para realizar ‘birdwatching’ no país é entre agosto e dezembro, período em que muitas espécies acasalam e estão em constante movimento pelo ar. Abaixo, alguns lugares para observar aves no Brasil:
coparque Pesca na Montanha
São Bento do Sapucaí (SP)
www.pescanamontanha.com.br/


Reserva Guainumbi
São Luís do Paraitinga (SP)
www.reservaguainumbi.com
Sítio Folha Seca 
Ubatuba (SP)
Localidades de Dourado (SP)
http://www.wikiaves.com.br/perfil_trogon


Parque Estadual Intervales
Ribeirão Grande (SP)
http://www.wikiaves.com.br/perfil_intervalesbirds
Parque Nacional do Itatiaia
Serra da Mantiqueira (RJ e MG)
www.parquenacionaldoitatiaia.com.br

Jardim Botânico de São Paulo
São Paulo (SP)
www.ibot.sp.gov.br/jardim/index.php
Parque Nacional da Serra da Canastra
Serra da Canastra (MG)
www.serracanastra.com.br/parque/parque.html

Santuário do Caraça
Santuário do Caraça (MG)
www.santuariodocaraca.com.br/inicial.php

Pantanal
Pantanal (MS e MT)
www.pantanalecoturismo.tur.br/

Bonito
Bonito (MS)
www.portalbonito.com.br/

Chapada dos Veadeiros
Alto Paraíso (GO)
www.chapadadosveadeiros.com

Ilha de Marajó
Ilha de Marajó (PA)
www.paraturismo.pa.gov.br/destinos/marajo.asp

Serra da Graciosa
Serra da Graciosa (PR)
www.turismo.pr.gov.br

Maciço de Baturité
Guaramiranga (CE)
www.portalguaramiranga.com.br

Dicas

Wikiaves: site para troca informações entre observadores de aves. www.wikiaves.com.br
Brazilian Birds: aplicativo para Android que traz informações completas (incluindo arquivos de gorjeios para download) sobre pássaros brasileiros. Ideal para baixar no celular e levar no bolso para as trilhas
Avistar Brasil: Encontro nacional de observadores de aves realizado anualmente, no mês de maio, no Parque Villa-Lobos, na capital paulista.www.avistarbrasil.com.br

Fonte: http://viagem.uol.com.br/ultnot/2011/11/08/diversidade-de-aves-brasileiras-impulsiona-o-turismo-de-birdwatching-no-pais.jhtm  Acesso em 08/11/2011

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Voa que te quero livre 2011

Voa que te quero livre 2011                                              

II Concurso Fotográfico da Reserva Guainumbi 










Uma celebração da beleza das aves brasileiras silvestres e livres!
Oportunidade para quem ama as aves, mas ainda não conseguiu melhorar seu equipamento fotográfico; para quem quer mostrar suas lindas fotos feitas na Guainumbi; e para quem ainda não fotografa mas quer começar!

Os nomes de todos os vencedores serão divulgados no site da Guainumbi no dia 16 de abril de 2012.

Categorias do concurso:


Livre: somente para usuários de câmeras compactas. 
Fotos feitas em qualquer lugar do Brasil. Nesta categoria há 2 divisões:
1. Câmeras com zoom até 5x. Prêmio: Panasonic FZ100, zoom 24x

2. Câmeras com superzoom. Prêmio: corpo da Nikon D5100
Prazo de envio: 31/01/12




Guainumbi: fotos feitas na Guainumbi. 4 vencedores.
- Comedouro / bebouro
  . melhor foto com compacta
  . melhor foto com DSLR

- Trilhas internas da Guainumbi
  . melhor foto com compacta
  . melhor foto com DSLR

Prêmio: final de semana vip na Guainumbi 
com direito a acompanhante e guia, junto 
com os outros 3 vencedores
Prazo de envio: 05/03/12


Futuros fotógrafos: escreva uma redação com o tema:
"Por que mereço ganhar uma câmera digital"
Para quem ainda não completou 18 anos até dia 31/mar/2012.
- Prêmio: Panasonic FZ100 zoom 24x. 
Prazo de envio: 05/03/12


Maiores informaçõeshttp://www.reservaguainumbi.com/















quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Workshop de Bioacústica


Caros amigos do Aves de Jaú, recomendamos o Workshop de Bioacústica do biólogo Wagner Nogueira no paraíso chamado Reserva Guianumbi


Dias 04, 05 e 06 de Novembro de 2001


Local: http://www.reservaguainumbi.com/

domingo, 16 de outubro de 2011

Exposição AVES DE JAHU no Comércio do Jahu de 16/10/2011


Explosão de vida

O casal Edilene e Paulo Guerra abriu uma belíssima exposição de fotografias das mais diversas espécies de aves que vivem em Jaú (estima-se que a avifauna jauense tenha 240 espécies). Além da união pelo matrimônio, eles têm uma forte ligação pela observação e fotografias de aves. Saem sempre pelas diferentes localidades de Jaú em busca de um bom momento ou até mesmo de um instante mágico. E o resultado é sempre surpreendente. A exposição Aves de Jahu está em cartaz no Espaço União.

Agradecimentos a Juliana Parra pelo apoio

Capital paulista tem 700 espécies de animais silvestres em fragmentos de mata

SÃO PAULO - Muitos ficaram surpreendidos com o aparecimento de uma onça parda, na madrugada da última quinta-feira, no quintal de uma casa no Jardim Rincão, na Zona Norte de São Paulo, perto da Serra da Cantareira. Mas a cidade mais populosa da América Latina consegue ainda abrigar, em fragmentos de mata, animais silvestres, muitos deles espécies endêmicas da Mata Atlântica, ou seja, só são encontradas neste bioma.
RELEMBRE:Onça é encontrada em quintal de casa em São Paulo
Nos 81 fragmentos de mata existentes em São Paulo, entre áreas de proteção e parques, vivem 700 espécies, das quais 563 são vertebrados. Apenas de mamíferos são 83 espécies. Há ainda 372 tipos de aves, 45 de anfíbios e 23 de peixes.
Há felinos, como a onça-parta e a jaguatirica, cachorro-do-mato, furão, lontra, quati, veado, esquilo e foi registrado até mesmo de macaco mono-carvoeiro, o maior primata das Américas e também um dos mais ameaçados, avistado por pesquisadores no último levantamento da fauna municipal, divulgado em 2010.
Só no Parque Anhanguera são 224 espécies de animais, sendo 18 mamíferos, como o gambá de orelha preta e o sagui de tufo branco. No parque do Carmo, na Zona Leste, vivem 136 espécies. Onças pardas já foram avistadas na reserva Capivari-Monos, no extremo sul da cidade, que abriga, no total, 273 espécies.
A sobrevivência dos bichos, porém, tem sido cada vez mais difícil. Paulo Amaral, analista ambiental do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros (Cenap), ligado ao Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, do governo federal, conta que a onça parda tem sobrevivido porque se adaptou à nova condição, de viver perto de áreas densamente povoadas. No lugar de caçar bichos maiores, ela agora de contenta com passarinhos, ratos, tatus e lagartos.

- A onça pintada precisa de caças maiores e se expõe mais. A onça parda tem um comportamento adaptativo. Sabe se esconder bem e caça à noite. Agora, consomem presas menores e ocupam território menor em relação à onça pintada - explica Amaral.
Em cidades do interior do estado, a onça parda tem habitado canaviais e plantações de eucalipto. Elas vivem bem nas plantações de cana até os meses de colheita, quando muitas fazendas ainda promovem queimadas. Muitos animais morrem ou simplesmente fogem do canavial em busca de novos esconderijos.
Alguns são atropelados em rodovias. Outros acabam entrando em áreas urbanas.
- Os encontros acontecem quando elas não têm mais para onde fugir - diz o analista.
Como as onças pardas vivem sozinhas, cada indivíduo precisa dominar um território tão logo deixa de ser cuidado pela mãe. Nos dois últimos casos registrados na Grande São Paulo, os felinos eram machos ingressando na idade adulta. Para o Zoo de Guarulhos, que abrigou a onça achada no Jardim Rincão, o motivo da fuga do animal foi uma queimada recente no Parque da Serra da Cantareira.
Paisagismo de condomínios não atraem pássaros
Na Grande São Paulo, a expansão imobiliária tem pressionado cada vez mais os animais, pois áreas antes ocupadas por matas estão sendo abertas para construção de condomínios. Se antigamente as áreas eram ocupadas por sítios, agora eles estão sendo transformados em loteamentos para condomínios fechados.
Também as aves sofrem com a pressão urbana. O pesquisador Johan Dalgas Frisch, uma das maiores autoridades do país em aves, diz que nem mesmo os condomínios que se gabam em dizer que preservam parte do verde estão respeitando o meio ambiente.
- A maioria não utiliza no paisagismo as plantas nativas. Eles escolhem plantas ornamentais e com menor custo de manutenção. É o mesmo problema da arborização nas cidades. Desta forma, nossas aves não têm como fazer seus ninhos ou se alimentar - afirma Frisch.
Segundo ele, é preciso optar por árvores frutíferas nos locais onde há necessidade de projetos paisagísticos e, principalmente, manter a vegetação natural. Só assim, acrescenta, a Grande São Paulo pode deixar de afugentar os pássaros. Ele lembra que nos bairros onde a população se mobilizou e plantou árvores frutíferas os pássaros retornaram.
Trinta espécies da fauna da cidade de São Paulo estão na lista das ameaçadas de extinção e 22 estão em situação de risco. Das 372 espécies de aves que vivem no município e seus arredores, 24,5% são endêmicas da Mata Atlântica e 11% constam em algum nível de ameaça das listas estadual, nacional e global.
Ainda vivem na cidade 30 espécies rapinantes (gaviões, falcões e corujas), exímios predadores, 19 de beija-flores e 25 são saíras e sanhaços, que figuram entre as aves mais coloridas e belas, segundo o inventário de fauna do município.
O ornitólogo, pioneiro na gravação de cantos de aves na América do Sul, é autor de vários livros sobre o tema. Engenheiro industrial, herdou do pai a paixão pelas aves. O pai, Svebd Frisch, desenhava aves e em 1964 os dois publicaram, em co-autoria, o livro "Aves Brasileiras". Desde então, ele segue publicando livros sobre o tema, onde o principal objetivo é levar os cidadãos a replantar árvores nativas e assim garantir, em todo país, a sobrevivência das espécies. Ele acaba de lançar o livro "Para que as primaveras não se calem para sempre", no qual alerta para os riscos e as possibilidades de preservação.


Leia mais sobre esse assunto em O GLOBO:
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/10/15/capital-paulista-tem-700-especies-de-animais-silvestres-em-fragmentos-de-mata-925588201.asp

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Exposição de Fotos AVES DE JAHU



A partir de sexta-feira, dia 14/10/2011 na Livraria Espaço União no Jaú Shopping Center será realizada a Exposição de Fotos "Aves de Jahu" de Edilene e Paulo Guerra

Contamos com a presença de todos, compartilhando este momento!

Maiores informações http://www.espacouniao.com.br/

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

fura-barreira

Fura-barreira
Local: Fazenda Limeira - rio Jacaré-Pepira - Jaú-SP
Data: 09/10/2001

Agradecimentos a minha esposa Edilene Guerra e a Bruna Romero. Em especial a Paulo Campana pela extrema generosidade, sem sua ajuda não teríamos registrado esta maravilha de ave. Mais uma espécie para Jaú.

Maiores informações  WikiAves

sovi

Sovi
Local: Fazenda Limeira - rio Jacaré-Pepira - jaú-SP
Data: 09/10/2011

Maiores Informações  WikiAves

guaracavuçu

Guaracavuçu
Local: Fazenda Limeira - rio Jacaré-Pepira - Jaú-SP
Data: 09/10/2011

Maiores informações  WikiAves

jacupemba

Jacupemba
Local: Fazenda Limeira - Jaú-SP
Data: 09/10/2011

Maiores informações  WikiAves

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dia da Ave - 05 de Outubro


As aves (e todos os animais) do planeta são muito importantes para o equilíbrio natural da natureza e por isso devemos protegê-los. Elas fazem parte da natureza e estão sendo destruídas pelos homens através da caça e da derrubada das árvores.
Várias espécies de aves brasileiras estão ameaçadas de extinção, tais como a águia-cinzenta, a ararainha-asul, o ganso-do-norte, o papagaio-de-cara-roxa e o pica-pau-de-coleira.
Muitas aves são tiradas da mata para serem enviadas para o exterior do país, onde o contrabando é um problema muito grave a ser combatido. Muitas delas chegam ao destino debilitadas e até mesmo mortas, pois são transportadas dentro de malas e outros objetos, ficando sem ar durante a viagem.
O Brasil é o terceiro país do mundo em variedade de aves. Há décadas várias espécies de aves vem sofrendo grandes impactos, ou seja pelo intenso tráfico de animais silvestres ou pelo intenso desmatamento de grandes florestas. A perda do hábitat é um dos grandes fatores pelas inúmeras espécies estarem desaparecendo
É nosso dever cuidar dos animais da nossa natureza.
As aves voam pelos céus livremente, não é certo criá-las presas dentro de viveiros e gaiolas. Além de terem uma importância muito grande na disseminação de sementes, pois é através das fezes das aves que as sementes são lançadas ao solo e germinam formando novas árvores que irão compor o nosso meio ambiente.

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DECRETO DE 3 DE OUTUBRO DE 2002

 Dispõe sobre o "Dia da Ave" e dá outras providências.

        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso II, da Constituição,
        DECRETA:
        Art. 1o  O "Dia da Ave", instituído pelo Decreto no 63.234, de 12 de setembro de 1968, será comemorado no dia 5 de outubro de cada ano.
        Art. 2o  O centro de interesse para as festividades do "Dia da Ave" será o Sabiá (Turdus Rufiventris), como símbolo representativo da fauna ornitológica brasileira e considerada popularmente Ave Nacional do Brasil.
        Art. 3o  As comemorações do "Dia da Ave" terão cunho eminentemente educativo e serão realizadas com a participação das escolas e da comunidade.
        Art. 4o  Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
        Art. 5o  Revoga-se o Decreto no 63.234, de 12 de setembro de 1968.

Brasília, 3 de outubro de 2002; 181o da Independência e 114o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Renato Souza



sábado, 1 de outubro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

terça-feira, 13 de setembro de 2011

corujinha-do-mato

Corujinha-do-mato
Local: Sítio no Pouso Alegre de Baixo - Jaú-SP
Data: 11/09/2011

Primeiro registro para Jaú, fotografado por Silvana Baccan

Atenção defensores das aves livres!

Uma mudança na Instrução Normativa (IN) nº15/2010 do Ibama pode prejudicar a vida de milhares de passarinhos.

Em dezembro de 2010, o Ibama publicou a IN limitando o número de espécies de passeriformes passíveis de criação comercial e amadora.

Em reação, os criadores comerciais se reuniram com o Ibama com o objetivo de reescrever a regulamentação para legalizar o comércio de um número maior de espécies.

Se o Ibama aprovar as propostas dos criadores, crescerá o número de passarinhos que poderão ser criados e comercializados como animais de estimação legalmente.

Envie a carta já! Com uma simples atitude, você pode ajudar a diminuir o número de passarinhos mantidos em cativeiro no Brasil.

Animal silvestre não é pet! Por isso, diga não às mudanças da IN nº15! Peça já ao Ibama que mantenha a limitação do número de espécies de passarinhos que podem ser criadas como animais de estimação, enviando a carta em anexo à presidência do Ibama.

Quanto mais pessoas escreverem, mais conseguiremos mostrar que o Ibama tem o apoio popular. A sua carta será assinada em seu nome e encaminhada ao órgão competente.

Mais informações:

http://e-activist.com/ea-action/action?e...n.id=11658

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

tico-tico-do-campo

Tico-tico-do-campo
Local: estrada do João da Véia - Jaú-SP
Data: 02/07/2011

William Belton

William “Bill” Belton e a Ornitologia no Rio Grande do Sul

Texto de Walter A. Voss


William “Bill” Belton é natural de Oregon – estado das grandes florestas dos Estados Unidos da América
do Norte. Nasceu a 22 de maio de 1914, em Portland, capital do Estado. Belton veio pela primeira vez ao Rio Grande do Sul em 1946, na qualidade de Cônsul de seu país, residindo em Porto Alegre até 1948. Mas, encantado com a paisagem e sua gente, frustra‑se como birdwatcher (que ele também era!) em não encontrar pessoas com o mesmo  hobby e, muito mais, pela total falta de literatura de referência. Esta decepção, no entanto, fez com que tivesse um vislumbre de voltar para cá, após a sua aposentadoria, e descobrir a tão rica avifauna, para si e para os outros.
Voltou ao Rio Grande do Sul em 1970, mas desta vez como ornitólogo, a fim de tornar realidade o que fora
apenas uma idéia. Radicou‑se em Gramado, RS, na época apenas uma pequena cidade na Serra gaúcha. Com uma Rural Willys, um trailer e um auxiliar, começou a esquadrinhar os mais de 280 mil quilômetros quadrados de superfície do Estado. Levou 12 anos para concluir tal empreitada! O resultado final foi um
levantamento minucioso da avifauna existente, quanto a sua composição e distribuição no Estado, e com dados complementares das espécies, relativos a sua biologia e ecologia.
Logo a sua chegada, Belton também procurou contatar pessoas que, em nível acadêmico, tivessem interesse em aves: encontrou três ou quatro. Para estimular o interesse na Ornitologia de campo, organizou e ministrou em Osório, RS, o primeiro “Curso de Extensão”, em 1972, pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS). Os alunos foram confrontados com técnicas e equipamentos então ainda desconhecidos em nosso meio, como gravação e play-back de vozes, telescópios, redes de neblina, marcação de aves, check-lists, guias de campo, nomenclatura científica atual etc.
Em 1974, uma segunda edição desse curso foi ministrada por um aluno do curso anterior e teve um importante adendo: no final seria fundado, pelos presentes, uma atvidade naturalística e recreativa ainda hoje muito pouco conhecida no Brasil. Belton foi o mentor!
Em 1978 é ministrado, pelo próprio Belton, um curso inaugural para o recém‑criado CEMAVE – Centro
de Estudos de Migrações de Aves, a convite da Dra. Maria Tereza Jorge Pádua, do IBDF, em Brasília, DF, e contando também com a participação científica do saudoso ornitólogo Helmut Sick, do Museu Nacional.
Por volta de 1980, Belton foi convidado pelo então Secretário Especial do Meio Ambiente, Dr. Paulo No‑
gueira Neto, para participar de um sobrevôo de inspeção de áreas no Rio Grande do Sul, indicadas como reservas ecológicas: Aracuri, Taim e Lagoa do Peixe. Na indicação de Aracuri, a influência de Belton foi incisiva; nas do Taim e Lagoa do Peixe ele teve forte ingerência.
O legado mais chamativo de Belton, o livrinho “Aves silvestres do Rio Grande do Sul”, publicado pela Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, está hoje na quarta edição e constitui uma introdução para leigos ao conhecimento de nossas aves, como ele próprio gostaria de ter encontrado nos anos 40! (Hoje, muitos profissionais na área confessam terem sido inspirados pelo mesmo!). A obra “Birds of Rio Grande do Sul”, com tradução já na segunda edição em Português, pela UNISINOS, é um compêndio indispensável para os estudiosos da avifauna gaúcha, além das numerosas contribuições suas publicadas em periódicos especializados.
Analisando a produção bibliográfica em geral, versando sobre a avifauna do Rio Grande do Sul, com 842
títulos conhecidos desde o início (em 1884) até o ano 2000, citam‑se 36 títulos conhecidos nos 86 anos anteriores a 1970 e 806 títulos após 1970, sendo 70 títulos já na década dos anos 70 e 13 títulos na década anterior. Face a isso, pode‑se concluir, até, que exista uma “era a.B” (ante Belton) e uma “p.B” (post Belton).
É verdade que, na época da chegada de Belton, o estudo das aves aqui já estivesse evoluindo naturalmente,
mas também se pode afirmar que essa evolução “natural” foi tremendamente turbinada com a presença de William“Bill” Belton!

P.S. William Belton faleceu no dia 25 de outubro de 2009, em Rocky Hollow, Great Cacapon, WV, Estados
Unidos.

Fonte: http://www.ararajuba.org.br/sbo/ararajuba/artigos/Volume172/ara172necr.pdf